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	<title>Grupo Animar</title>
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		<title>Otites em Animais de Estimação</title>
		<link>https://animar.pt/2020/05/otites-animais-estimacao/</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2020 14:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[otites]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O que é uma otite? A otite é uma inflamação do pavilhão auricular e canal auditivo, e pode ser classificada como otite externa, otite média ou otite interna, consoante a zona anatómica do ouvido inflamada. A otite externa é de [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h4>O que é uma otite?</h4>



<p>A <strong>otite </strong>é uma inflamação do pavilhão auricular e canal auditivo, e pode ser classificada como <em>otite externa</em>, <em>otite média </em>ou <em>otite interna</em>, consoante a zona anatómica do ouvido inflamada. A otite externa é de todas a mais comum e representa uma percentagem significativa das consultas nas clínicas veterinárias. </p>



<h4>Porque ocorrem as otites nos animais?</h4>



<p>Há vários fatores que podem influenciar o aparecimento ou ressurgimento destas inflamações
auriculares nos nossos patudos. Existem fatores <strong>primários e causadores</strong>, fatores
<strong>predisponentes </strong>e fatores <strong>perpetuantes</strong>.
</p>



<p>Os fatores primários são por exemplo os agentes tipicamente causadores de otite: parasitas,
fungos, corpos estranhos e alergias atuam como agentes primários da doença. No entanto,
algumas características dos nossos patudos e dos seus ouvidos, podem predispor ao
desenvolvimento de otites:
</p>



<ol><li>
							A conformação da orelha (orelhas mais caídas, por exemplo)

						</li><li>
							Cães com muita densidade de pelos nos ouvidos

						</li><li>
							Canal auditivo estreito (sharpei) ou demasiado largo (pastor alemão)

						</li><li>
							Cães que vivam em ambientes húmidos

						</li><li>
							Cães que se molhem com frequência

						</li></ol>



<p>As infecções bacterianas são um principais fatores perpetuantes, pelo que a causa de qualquer otite deve ser cuidadosamente avaliada para ser tratada se forma eficaz. </p>



<h4>Que sinais irá demonstrar o seu patudo em caso de otite? </h4>



<ul><li> Abanar com mais frequência a cabeça </li><li> Coça consecutivamente as orelhas </li><li> Lateralização da cabeça e desequilíbrios (casos de otite média /interna &#8211; menos comuns). </li></ul>



<h4>Porque deve ir ao seu médico veterinário?</h4>



<p>No seu médico veterinário, o ouvido deve ser cuidadosamente avaliado através de um aparelho, designado de otoscópio e a integridade do tímpano avaliada. Idealmente é colhida uma amostra da “cera” para avaliação citológica e cultura para que seja possível instituir o tratamento mais direcionado possível e evitar recidivas ou “recaídas”. </p>



<p>Quando a otite já está instalada, e agravada por infeção, a limpeza simples do pavilhão auricular sem soluções de tratamento raramente é eficaz. O tratamento da causa de otite é feito, essencialmente, à base de produtos de tratamento tópicos no canal auditivo, que diferem consoante o tipo de otite presente . </p>



<h4>Muito Importante!!!</h4>



<p>Tão ou mais importante como o tratamento é, controlar os fatores predisponentes que levam ao aparecimento consecutivo das otites, como por exemplo mudança de ração (principalmente em cães com alergia alimentar), circunstâncias que tornem o ouvido húmido, contacto com alergénios do ambiente ou agressões físicas constantes. </p>
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		<item>
		<title>9 Anos de atendimento 24H</title>
		<link>https://animar.pt/2020/03/9-anos-de-atendimento-24h/</link>
				<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 12:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Datas são datas e a época não é de festejos, mas efectivamente há 9 anos, no dia 24 de Março, conseguíamos a Acreditação como Hospital Veterinário, tornando &#8211; nos um dos primeiros hospitais veterinários do País. Obrigado Equipa por nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Datas são datas e a época não é de festejos, mas efectivamente há 9 anos, no dia 24 de Março, conseguíamos a Acreditação como <strong>Hospital Veterinário</strong>, tornando &#8211; nos um dos primeiros hospitais veterinários do País. Obrigado Equipa por nos trazerem até aqui! Obrigado a quem diariamente confia em nós os seus meninos! Prometemos continuar dar sempre o nosso melhor! Bem hajam!</p>
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		<item>
		<title>Medidas COVID-19</title>
		<link>https://animar.pt/2020/03/medidas-covid-19-ani-mar/</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 18:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Atravessamos uma fase muito difícil&#8230; Estas alturas obrigam-nos a pensar e a criar soluções! Reunimos a equipa e decidimos tomar 4 decisões para a ajudar a comunidade e clientes: 1. O Hospital continuará disponível 24 horas por dia para ajudar [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Atravessamos uma fase muito difícil&#8230; Estas alturas obrigam-nos a pensar e a criar soluções! Reunimos a equipa e decidimos tomar 4 decisões para a ajudar a comunidade e clientes:</p>



<p>1. O Hospital continuará disponível 24 horas por dia para ajudar os nossos pacientes. Aplicam-se todas as medidas do plano de contingência que já comunicámos anteriormente.</p>



<p>2. Vamos implementar um sistema de entregas ao domicílio de alimentação e medicação porque queremos que se resguarde, mas que não coloque em causa as necessidades fundamentais dos seus animais.</p>



<p>Pode fazer o seu pedido <a href="tps://shrt.pt/HaVA6">aqui</a>!</p>



<p>3. Vamos implementar um sistema de Telemedicina para podermos continuar a fazer o acompanhamento dos nossos pacientes e resolvermos alguns problemas à distância. Pode fazer a sua marcação <a href="ttps://shrt.pt/HaVA6">aqui</a>!</p>



<p>4. Como já anunciámos esterilizamos as sua máscaras. É a nossa forma de podermos ajudar a comunidade (procedimento não previsto ou recomendado pela DGS, embora nos pareça que possa ser útil).</p>



<h2>Alterações dos serviços Ani Mar</h2>



<p>Para proteger a nossa equipa, bem como aqueles que nos visitam, os nossos serviços sofreram as seguintes alterações. Veja o Dr. Miguel a explicar cada uma destas medidas <a href="https://www.facebook.com/hospvetanimar/videos/534422457206983/">AQUI</a>.</p>



<ul><li>Horário normal reduzido: 09h-19h</li><li>Consultas e cirurgias, apenas as urgentes</li><li>Alguns serviços suspensos (grooming, vacinas regulares, etc)</li><li>Visitas aos animais internados interditas</li><li>Vacinação não adiável (primeiras vacinas) apenas</li><li>Medicação e alimentação disponível (entrega no Hospital ou ao domicílio)</li><li>Centro Veterinário de Fão e Cão d&#8217;água em Esposende encerrados. Damos apoio a todos os pacientes destes nossos polos na Póvoa de Varzim, em caso de urgência.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://animar.pt/wp-content/uploads/2020/03/89447059_1419973281509704_7325648377863995392_o.jpg" alt="" class="wp-image-11174" srcset="https://animar.pt/wp-content/uploads/2020/03/89447059_1419973281509704_7325648377863995392_o.jpg 558w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2020/03/89447059_1419973281509704_7325648377863995392_o-174x300.jpg 174w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /><figcaption>Divisória protectora no balcão de atendimento ao público</figcaption></figure>



<p>Implementámos medidas que nos/vos protegem, como a divisória de acrílico no balcão de atendimento, mas é o civismo de todos que nos irá permitir manter as boas regras de conduta e evitar os aglomerados de clientes. Antes de nos visitar, contacte-nos: 252 682 281.</p>



<p>Se não leu o nosso artigo sobre os coronavírus em animais, pode fazê-lo <a href="https://animar.pt/2020/03/coronavirus-em-animais/">aqui</a>.</p>



<p>Em nome de toda a equipa Ani Mar, lembramos todos os nossos amigos e clientes que se mantenham seguros e cumpram com as recomendações da DGS. Nós estaremos cá para ajudar a manter a saúde dos nossos pacientes, de forma a que as suas famílias não precisem de arriscar as suas. Se tiver dúvidas, fale connosco!</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Os animais domésticos podem transmitir o coronavírus (COVID-19)?</title>
		<link>https://animar.pt/2020/03/coronavirus-em-animais/</link>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 12:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Os animais domésticos podem transmitir o coronavírus (COVID-19)?&#160; Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde, não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, possam ser infetados e que, consequentemente, possam transmitir a [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os animais domésticos podem transmitir o coronavírus (COVID-19)?&nbsp;</strong></p>



<p>Não. De acordo com informação da <a href="https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public/myth-busters">Organização Mundial da Saúde</a>, não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, possam ser infetados e que, consequentemente, possam transmitir a COVID-19.</p>



<p>Existem versões do coronavírus que afetam os animais domésticos mas que não contagiam os humanos.</p>



<p><strong>Coronavírus em Cães</strong></p>



<p><strong>O coronavírus canino (CCoV) </strong>é comum em populações de cães, podendo estar associado a surtos esporádicos de enterites (inflamação do intestino) nestes animais. Todas as raças e idades são susceptíveis, porém, os filhotes apresentam maior sensibilidade desenvolvendo sinais característicos da doença como a enterite.</p>



<p>O coronavírus é razoavelmente resistente e consegue permanecer no ambiente por longos períodos durante os meses de inverno. Os cães são infectados pela vias oro-fecais (por exemplo a ingestão de fezes) , onde após a ingestão do vírus o mesmo atinge o intestino delgado replicando-se nas suas vilosidades, provocando então nos animais um inicio súbito de diarreia sendo, algumas vezes, precedida por vómitos. As fezes são de coloração alaranjada e odor desagradável e são raras as vezes que as mesmas apresentam sangue.</p>



<p>É considerado o principal responsável pela gastroenterite viral aguda em cães filhotes, podendo em alguns casos causar a morte. Esses vírus estão distribuídos mundialmente na população canina, sendo responsáveis por diversos surtos em muitos países, sobretudo onde ocorre grande concentração de animais, como abrigos e canis.</p>



<p>O CVC (Corona Vírus Canino) tem extrema importância por ser uma doença que afeta cães em todo o mundo. Caso os seus sintomas não sejam tratados no início da doença o animal afetado pode vir a falecer. Deve-se, portanto proporcionar visitas periódicas dos animais ao médico veterinário tomando desta forma todas as precauções possíveis, com intuito de minimizar a disseminação da doença.</p>



<p><strong>Coronavírus em Gatos</strong></p>



<p><strong>A Peritonite Infecciosa Felina (PIF</strong>) é causada pelo coronavirus enterico felino (FCoV). é uma doenca viral infecto-contagiosa, progressiva e fatal que afeta não so os gatos domésticos, mas tambem outros felídeos. É considerada hoje a principal causa infecciosa de morte nos gatos domesticos, pois seu diagnostico definitivo é dificil e muitas vezes confirmado apenas após a necrópsia.</p>



<p>Todos os gatos são suscetíveis a infecção pelo VPIF, porém a incidência é maior nos animais jovens, na faixa etária de 3 meses a 3 anos de idade, e nos idosos. Outros fatores são o stress, a susceptibilidade genética e a sobrepopulação em gatis e abrigos.</p>



<p>O vírus é sensível a detergentes e desinfectantes comuns e resiste no ambiente por semanas. a transmissão do FCoV acontece por via oro-fecal. O vírus é adquirido por meio do contacto direto de gatos não infectados com fezes de um felino portador, geralmente pelo uso mútuo da liteira. Raramente ocorre a transmissão por lambedura, pulgas e uso compartilhado de comedouros e bebedouros.</p>



<p><strong>Prevenção dos coronavírus em animais</strong></p>



<p>No caso dos cães, em alguns países, existem vacinas que integram o plano vacinal, sendo esta a melhor forma de prevenção.</p>



<p>No caso dos gatos, não existem vacinas que facilitem a prevenção, daí que seja muito importante adoptar comportamentos adequados, como evitar o contacto com animais que não se conheça o seu estado sanitário, evitar a partilha de comedouros e bebedouros, evitar as saídas ao exterior, manter o seu gato vacinado e desparasitado e uma boa condição corporal!</p>



<p><strong>Como se diagnostica coronavírus em animais?</strong></p>



<p>O diagnóstico é feito com base no exame clínico mas também recorrendo a exames complementares (hemograma, bioquímica, PCR e ecografia) que em conjunto nos permitem descartar outras patologias com idênticos sinais clínicos.</p>



<p><strong>Existe tratamento para coronavírus em animais?</strong></p>



<p>O tratamento é difícil sendo necessário o internamento hospitalar dos animais afectados, pelo que a aposta na prevenção é a melhor solução.</p>



<p>Em caso de dúvidas fale connosco!</p>



<p><em>Autoria: Dra. Susana Martins e Enf. João Pereira &#8211; Hosp. Vet Ani Mar</em></p>
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										</item>
		<item>
		<title>Formação para Donos: Animais de Companhia Exóticos</title>
		<link>https://animar.pt/2020/01/formacao-para-donos-animais-de-companhia-exoticos/</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 14:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[exóticos]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Dia 29/01/2020 pelas 21h Formação (gratuita) destinada a tutores de animais de companhia de espécies exóticas leccionada pela equipa Ani Mar especializada nestes animais. Serão abrangidos temas como cuidados de maneio, cuidados de saúde e alimentação entre outros. Pode aproveitar [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 29/01/2020 pelas 21h</strong></p>
<p>Formação (gratuita) destinada a tutores de animais de companhia de espécies exóticas leccionada pela equipa Ani Mar especializada nestes animais. Serão abrangidos temas como cuidados de maneio, cuidados de saúde e alimentação entre outros. Pode aproveitar para colocar questões que tenha sobre o seu animal exótico à nossa equipa profissional.</p>
<p>Confirme o seu interesse <a href="http://facebook.com/events/2767848719903918">AQUI</a> para se inscrever na formação. Indique o seu nome completo, espécie de pet exótico e se o seu pet já é paciente na Ani Mar.</p>
<p>Apresse-se que as vagas (limitadas) estão a acabar!</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Venda de Alimentação Animal Solidária</title>
		<link>https://animar.pt/2020/01/venda-de-alimentacao-animal-solidaria/</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 12:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Eva]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Durante todo o mês de Janeiro, o Consultório Veterinário Cão d&#8217;Água (em Esposende) e a Clínica Veterinária Ani Mar &#8211; Fão, associam-se à causa da bebé Eva Batista. A Eva sofre de SMA (Atrofia Muscular Espinhal) e precisa da medicação Zolgesnma. [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Durante todo o mês de Janeiro, o Consultório Veterinário <a href="https://caodeagua.pt">Cão d&#8217;Água</a> (em Esposende) e a Clínica Veterinária Ani Mar &#8211; Fão, associam-se à causa da bebé Eva Batista. A Eva sofre de SMA (Atrofia Muscular Espinhal) e precisa da medicação Zolgesnma. O grupo Ani Mar apoia esta causa, doando 10% de toda a alimentação animal vendida nestes espaços à <a href="https://www.facebook.com/Forevastrong.sma">Forevastrong.sma</a>. Ajude-nos a ajudar!</p>
<p>#forevastrong</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Como saber se o seu animal tem problemas cardíacos</title>
		<link>https://animar.pt/2019/11/como-saber-se-o-seu-animal-tem-problemas-cardiacos/</link>
				<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 17:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>​Ao longo do tempo, os tutores têm aumentado a sua preocupação no bem estar do seu companheiro de quatro patas. No entanto ainda é frequente ouvirmos perguntas como: &#160; Os animais também têm problemas de coração? ​Os problemas cardíacos têm [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://animar.pt/2019/11/como-saber-se-o-seu-animal-tem-problemas-cardiacos/">Como saber se o seu animal tem problemas cardíacos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://animar.pt">Grupo Animar</a>.</p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Ao longo do tempo</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">, os tutores</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> têm aumentado a sua preocupação no bem estar do seu companheiro de quatro patas. No entanto ainda é frequente ouvirmos p</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">e</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">rguntas como:</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> Os animais também têm problemas de coração?</span></span></p></blockquote>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Os problemas cardíaco</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">s têm vindo a tornar-se cada vez mais comuns, sendo  sua evolução progressiva. Como é expectável, afeta maioritariamente animais mais velhos, no entanto pode</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">m ser encontrados </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">em qualquer idade.</span></span></p>
<h2>O que são problemas cardíacos?</h2>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Podemos dividir as doenças cardíacas</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> em diversos grupos, porém as mais recorrentes são as doenças a nível do músculo cardíac</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">o e ao </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">nível das vá</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">l</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">vulas. No primeiro grupo podemos difer</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">e</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">nciar, por exemplo, entre cardiomiopatia dilatada (frequente em cães de raça grande e gigante) e cardiomiopatia hipertrófica (comum em gatos como o Persa), a insuficiência das vá</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">l</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">vulas cardíacas afeta, maioritariame</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">nte, cães de pequeno porte. Todo</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">s estes prob</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">lemas podem ter origem genética (hereditária) ou</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> congénita</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">.<br />
</span></span></p>
<h2>Quais são os sinais?</h2>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Por vezes é difícil, por parte dos tutores, detetar problemas cardíacos porque muitas vezes não apr</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">esentam qual</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">quer sintomatologia. </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">A intolerância ao exercício</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> (cansar-se mais rápido durante o passeio)</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> e a apatia são os sinais mais comuns mas podem ser interpretados como &#8220;já está a ficar velhinho</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">&#8220;. Por outro lado, é frequente termos animais na consulta </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">porque &#8220;tem tossido muito</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">&#8220;</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">, sendo a tosse noturna uma das caracteristicas de afe</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">ção cardí</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">aca. Síncopes, perda de peso, dificuldades respira</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">tórias ou, em casos mais graves (</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">e associado aos gatos</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">)</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> paresia dos membros posteriores, são sinais alarmantes de um estadio mais avançado da doença.</span></span></p>
<h2>Como se diagnosticam?</h2>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Uma boa avaliação cardíaca começa por </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">uma minuciosa au</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">scultação cardíaca e pulmonar por forma</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> a detetar, por exemplo, sopros, ruídos respiratórios, etc. Quando o tutor fala em sinais como os falados anteriormente é essencial recorrermos a exa</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">mes complementares. Devem ser feitas</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> análises sanguíneas </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">porque</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">, geralmente, lidamos com animais séniore. Assim </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">sendo, é</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> importante rastrear qualquer alteração tanto a nível de hemograma como de bioquímica &#8211; de forma a não intensificar os </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">danos provocados pela medicação durante o tratamento. Também se recorre às radi</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">ografias </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">torácica e abdominal, de forma a estudar o tamanho do coração, avaliar se existe acumulação de líquido (edema) ou, ainda, despistar a existência de massas (tumores). O </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">e</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">lectrocardiograma é utilizado para avaliar o batimento cardíaco, bem como analisar a existência de arritmias. O ecocardiograma é essencial para visualizar a morfologia e funcionalidade cardíaca.</span></span></p>
<h2>E depois de detetada a doença?</h2>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Quando alguma alteração cardíaca é detetada numa idade jovem </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">ou a doença não apresenta quaisquer sinais clínicos, é importante ir vigi</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">ando e acompanhando o animal regularmente para avaliar</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> a evolução da mesma. Em casos mais avançados, a estabilização é o essencial</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">,</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> sendo a promoção de qualidade de vida o principal objetivo do médico veterinário. </span></span></p>
<p>​<span class="s2"><span class="bumpedFont15">Desta forma, conseguimos perceber a importância de serem feitos check-ups rotineiros aos nosso</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">s</span></span> <span class="s2"><span class="bumpedFont15">patudos</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> (principalmente em animais geriátricos)</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">. Mesmo em animais bebés, é importante que sejam vistos pelo médico veterinário pois caso seja detetada alguma alteração cardía</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">ca </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">é mais fácil que esta seja,</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> se possível, corrigida atempadamente. Por isso, não hesite em contactar o seu médico veterinário se detetar algum dos sinais mencionados ou se suspeitar que o seu animal de estimação possa estar a chegar a uma idade de risco para desenvolver doença cardíaca.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Autora: Dra. Sofia Galiza, médica veterinária do grupo Ani Mar</i></p>
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		<title>20 Anos Ani Mar</title>
		<link>https://animar.pt/2019/09/20-anos-ani-mar/</link>
				<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 17:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>No dia 13 de Setembro celebrámos os 20 anos de existência da Ani Mar. Hoje em dia, a Ani Mar alberga um grupo veterinário que alia clínicas, consultórios e uma estrutura hospitalar aberta 24H/dia. Em 1999 tudo começou com UMA [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de Setembro celebrámos os 20 anos de existência da Ani Mar. Hoje em dia, a Ani Mar alberga um grupo veterinário que alia clínicas, consultórios e uma estrutura hospitalar aberta 24H/dia. Em 1999 tudo começou com UMA única clínica veterinária e o sonho de um jovem médico veterinário recém-licenciado chamado Miguel Matos.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-11127 alignnone" src="https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-11-at-16.19.05-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-11-at-16.19.05-300x169.jpeg 300w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-11-at-16.19.05-768x432.jpeg 768w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-11-at-16.19.05-1024x576.jpeg 1024w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-11-at-16.19.05.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Cuidar com carinho sempre tem sido o nosso lema e os milhares de pacientes (animais de companhia) que já passaram pela Ani Mar são testemunho da competência e da experiência de uma equipa técnica altamente qualificada, que não pára de crescer.</p>
<p>Englobando polos do grupo em Fão (Clínica Veterinária de Fão), Esposende (<a href="http://www.caodeagua.pt">Cão d&#8217;Água</a>) e Vila do Conde (Clínica Veterinária dos Navegantes) e um Hospital Veterinário na Póvoa de Varzim (Hospital Veterinário Ani Mar) com apoio 24H/dia &#8211; almejamos diariamente melhorar os cuidados e os serviços de saúde prestados aos animais de estimação na Póvoa de Varzim e zonas limítrofes.</p>
<p>Há 20 anos que a semente Ani Mar foi semeada e desde então não pára de crescer! Parabéns também a todos aqueles que nos acompanham, desde os que compõem a equipa Ani Mar, às famílias dos nossos pacientes. A nossa celebração é para vocês!!</p>
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		<title>Viagens com gatos</title>
		<link>https://animar.pt/2019/07/viagens-com-gatos/</link>
				<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 16:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Viajar com gatos pode ser verdadeiramente desafiante. Até porque os felinos não gostam particularmente de mudar de rotinas. E nas viagens é precisamente isso que acontece! Mudar de um local para outro, é sinónimo de stress para estes animais tão [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar com gatos pode ser verdadeiramente desafiante. Até porque os felinos não gostam particularmente de mudar de rotinas. E nas viagens é precisamente isso que acontece!</p>
<p>Mudar de um local para outro, é sinónimo de <em>stress</em> para estes animais tão sensíveis. Novos sons e os cheiros podem perturbá-los e torná-los ansiosos.</p>
<blockquote><p>Porém, são várias as situações em que as famílias não têm outra escolha se não transportá-los. Seja para a visita ao veterinário, seja para mudar de casa ou até nas férias.</p></blockquote>
<p>Andar de automóvel pode não ser a forma mais desejada de viajar com o seu gato. No entanto, com alguma preparação, poderá libertar o seu felino deste medo. Há formas de tornas as suas viagens com gatos mais agradáveis.</p>
<p>A maioria dos gatos não gosta de se sentir confinado. Afinal, são animais de espírito livre e com um gosto especial por vadiar. Por isso, é provável que a caixa de transporte não seja o seu lugar favorito para estar. Em particular, se esta também é usada para o levar ao veterinário.</p>
<h2>Habituação à caixa transportadora</h2>
<p>Geralmente, diz-se que os cães têm excelente memória, mas os gatos não lhes ficam atrás. No dia-a-dia, mantenha a transportadora num local disponível, para que o seu gato possa sentir o cheiro da caixa e entrar na mesma sempre que tenha vontade.</p>
<p>Em seguida, coloque no interior da transportadora um cobertor macio e um brinquedo de que ele goste, isto fará com que o felino se sinta menos ameaçado e até curioso para entrar na caixa.</p>
<p>Se conseguir garantir o conforto deles, isso é fundamental para que as viagem com gatos não sejam uma tortura.</p>
<p>Outra excelente dica é pulverizar <a href="https://www.feliway.com/pt/Produtos/FELIWAY-CLASSIC-Spray">FELIWAY <em>CLASSIC</em> Spray</a> nos quatro cantos da transportadora do seu gato 15 minutos antes de o colocar lá dentro. Está comprovado que FELIWAY <em>CLASSIC</em> ajuda a reduzir os sinais que o seu gato pode exibir quando não está feliz num carro, tais como, miar, salivar ou ficar agitado.</p>
<h2>Mantenha a transportadora bem fixa no carro</h2>
<p>No carro coloque a transportadora no local que sinta menos vibrações e nunca se esqueça do cinto de segurança.</p>
<p>Caso vá de férias com o seu gato, pode consultar outras soluções da <a href="https://www.feliway.com/pt">gama Feliway</a> que ajudam a lidar com as mudanças na rotina (em casa, no hotel ou destino de férias). Consulte o <a href="https://animar.pt/">Hospital Veterinário Ani Mar</a> para saber que soluções existem e quais as que mais se adequam ao caso do seu felino.</p>
<p>Boas férias e felizes viagens com gatos!</p>
<p><a href="https://animar.pt/team-member/andreia-rocha">Andreia Rocha</a>, Enfermeira Veterinária e <a href="https://animar.pt/team-member/alexandra-cardoso/">Alexandra Cardoso</a>, Enfermeira Veterinária, membros da equipa de enfermagem Hospital Veterinário Ani Mar</p>
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		<title>Viagens com cães</title>
		<link>https://animar.pt/2019/07/viagens-com-caes/</link>
				<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 14:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[hvanimar@animar.pt]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Por vezes, as viagens de carro com cães podem ser um verdadeiro desafio. É muito frequente, que durante as primeiras viagens de carro, o seu cão sinta stress, ansiedade e indisposição. Como tal, é muito importante, que sejam cumpridas todas [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes, as viagens de carro com cães podem ser um verdadeiro desafio.</p>
<p>É muito frequente, que durante as primeiras viagens de carro, o seu cão sinta stress, ansiedade e indisposição. Como tal, é muito importante, que sejam cumpridas todas as regras de transporte, para que todos possam viajar em segurança.</p>
<p>É muito fácil reconhecer se o seu cão está desconfortável no carro. Qualquer um destes sinais pode dar-lhe uma boa pista: inquietude, ofegar, salivação excessiva, tremores, ladrar, chorar, vomitar, urinar/defecar e tentativas de fuga.</p>
<h1>Como transportar o seu cão</h1>
<p>As viagens com cães exigem que certas regras sejam cumpridas. Por isso, se vai <strong>viajar com o seu cão</strong>, considere as seguintes hipóteses:</p>
<ul>
<li><strong>Utilizar uma caixa transportadora</strong>. Atualmente existem no mercado diversos tipos de transportadoras. Garanta que se adequa ao peso e tamanho do seu cão, perguntando ao seu médico veterinário. A transportadora é a solução mais comum e pode ser bastante útil. Esta solução, além de confinar o seu cão durante a viagem, também o protege em caso de acidente.</li>
</ul>
<p><img class="size-medium wp-image-11104 alignright" src="https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/07/4-300x251.png" alt="" width="300" height="251" srcset="https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/07/4-300x251.png 300w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/07/4-768x644.png 768w, https://animar.pt/wp-content/uploads/2019/07/4.png 940w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<ul>
<li><strong>Cinto de segurança</strong>. Pode ser uma boa opção no caso de viagens mais longas. Assim evita que o seu cão fique na caixa transportadora muito tempo. Esta alternativa é bastante prática. Trata-se de uma trela mais curta que se prende ao cinto de segurança do carro, fazendo a ligação ao peitoral. Fácil.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Rede, grelha divisória ou grade para cães</strong>. Por norma, fica colocada entre os bancos traseiros e o porta-bagagens, para evitar que o cão seja projetado para a frente. Apesar de não ser tão eficaz como as apresentadas anteriormente, permite-lhe isolar o seu animal de estimação na parte traseira do veículo, não interferindo assim com a condução e promovendo a segurança. Para além disso, revela-se uma boa alternativa para quem tem cães de grande porte, que exigem mais espaço.</li>
</ul>
<h1>Antes da viagem</h1>
<p><strong>Aconselhe-se com o seu médico veterinário:</strong> Se tiver receio da reação do seu animal de estimação a uma viagem longa de carro, consulte o seu veterinário. Existem medicamentos e produtos (que não causam sedação), para controlar a ansiedade do seu companheiro durante a viagem. Assim, terão viagens mais calmas e agradáveis para todos. Também deverá indicar ao seu médico veterinário para onde vão. Há determinadas doenças animais mais prevalentes em determinadas zonas do país (ou outros países) para as quais deve ir prevenido. O seu médico veterinário saberá aconselhar o que fazer. Pode <a href="http://animar.pt/marcacoes-online/">marcar uma visita ao Hospital Veterinário Ani Mar </a>antes de viajar.</p>
<h1>Como fazer a viagem</h1>
<p>Viagens com cães não são tarefas fáceis, sobretudo se as viagens forem longas. Há que planear cuidadosamente para que tudo corra bem. No entanto, existem certos truques que podem ajudar a descomplicar esta experiência. Tais como:</p>
<ol>
<li><strong>Passear</strong>: Antes de a viagem começar dê um passeio com ele, para que possa gastar mais energia e fazer as suas necessidades.</li>
<li><strong>Controle o ambiente do carro:</strong> O ambiente deve transmitir calma e tranquilidade ao cão, por isso evite ter o volume do rádio muito alto e verifique se a temperatura está apropriada;</li>
<li><strong>Utilize objetos conhecidos do seu cão</strong>: Na viagem leve objetos que o seu animal de estimação reconheça e associe a uma experiência positiva, para que este se sinta mais seguro e confortável, como por exemplo, um brinquedo favorito ou uma manta.</li>
<li><strong>Atenção à alimentação</strong>: Tal como acontece connosco, humanos, por vezes, durante as viagens, os animais também podem enjoar, principalmente depois de comerem. Por isso, não alimente o seu cão nas 3 ou 4 horas antes que antecedem o início da viagem.</li>
<li><strong>Paragens:</strong> É recomendável que de 2 em 2 horas façam uma paragem, para que possa fazer as suas necessidades e evitar o stress de estar muito tempo fechado no mesmo sítio.</li>
<li><strong>Janelas do veículo:</strong> Principalmente os cães, gostam de viajar com a cabeça de fora da janela, mas para além de não ser seguro, pode dar origem a otites ou secar-lhes a córnea. Mantenha a temperatura dentro do carro fresca e evitem as cabeças de fora.</li>
<li><strong>Fim da viagem:</strong> Quando a viagem termina, dê uma recompensa ao seu animal de estimação, por ter chegado ao destino final (um biscoito ou um alimento apetecível).</li>
</ol>
<h1>A solução para cães ansiosos</h1>
<p>Podemos ajudar o seu cão a sentir-se mais confortável utilizando <a href="https://www.adaptil.com/pt/Produtos/ADAPTIL-Transport">Adaptil Transpor</a>t. Este liberta “mensagens de bem-estar” dentro do carro para criar um local seguro e protegido. Para realizar este efeito, basta pulverizar o interior do carro ou o cobertor de viagem do seu cão, 15 minutos antes da partida. Mas ATENÇÃO, nunca pulverize o seu cão directamente.</p>
<p>Sempre que viajar com o seu animal de estimação, é importante que esteja acompanhado do boletim de vacinas e passaporte. Qualquer dúvida, não hesite em contactar o <a href="https://animar.pt/">Hospital Veterinário Ani Mar</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://animar.pt/team-member/andreia-rocha">Andreia Rocha</a>, Enfermeira Veterinária e <a href="https://animar.pt/team-member/alexandra-cardoso/">Alexandra Cardoso</a>, Enfermeira Veterinária, membros da equipa de enfermagem Hospital Veterinário Ani Mar</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://animar.pt/2019/07/viagens-com-caes/">Viagens com cães</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://animar.pt">Grupo Animar</a>.</p>
]]></content:encoded>
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